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A ILUSÃO DEMOCRÁTICA

2010, ano das eleições maiores
Ano onde fingimos escolher representantes
Ano onde fingimos que somos livres e que nossa opinião faz diferença…
Ano onde “Escolhemos” um chefe de estado (Presidente) e ele escolhe seus ministros.

Falamos em democracia, voto consciente, consciência política, mas há muito tempo eu tento descobrir como isso funciona na prática.

Alguém sabe?

VOTO CONSCIENTE
Há algumas semanas uma pessoa veio com um belíssimo texto sobre voto consciente e me criticou por não dar a mínima para eleições Maiores (na verdade, não dou a mínima para democracia)
Veio com um belíssimo discurso sobre voto consciente.
Então fiz uma pergunta simples: em quem você votou para presidente? E para Senador, Governador, Deputados federais e estaduais?
Bom… presidente e governador quase todo mundo lembra, mas e os outros???

Ok, senhor voto consciente… onde fica sua consciência política agora? Estamos acostumados a torcer pelo Brasil em época de copa, observar candidatos em época de eleição e apenas isso. Como se a consciência só necessitasse de uso de dois em dois anos (copa e eleição)
Mas, mesmo que fosse consciente, será que o voto valeria tanto?

 

 CONSCIÊNCIA POLÍTICA
Voltando ao velho exemplo do navio:
Imagine um Navio que vai de um ponto A para um ponto B…
Esse navio é dividido em classes e tripulação e VOCÊ esta a bordo desse grandioso navio.

Qual a sua classe?
Tripulação: Excelente. Os outros passageiros te colocaram aí. Você é o Capitão desse barco ou um dos seus homens de confiança. Você pode acelerar e desacelerar o navio. Usa roupas bonitas e tem quartos especiais. Não paga nada e ainda recebe muito por isso…. pena que o navio é movido por controle remoto e você não pode escolher o destino.
Mas se pudesse….

A ou B? Ótimo. Você é um dos poucos que pode ver o navio de cima. Olhar o gado povo se debatendo lá embaixo. Você tem quartos de luxo, hotéis de luxo, lazer e uma vida fantástica.
Campos de golf, piscina aquecida e água de coco na boca… Pode acessar quase todas as áreas do navio, exceto a da tripulação.

C ou D? bom… dos males o menor. Nada de cassinos nem piscinas aquecidas, mas tem um ticket que da acesso ao restaurante após a saída da classe A e B. tem um quartinho confortável. Sem luxo, mas pelo menos não passa fome e nem frio… mas sabe que seu dinheiro não vai dar até o fim do mês… mas e daí? Basta servir o andar de cima e eles deixam cair alguns restos…

Classe E ou F? é amigo… você ta ferrado.
Entrou de gaiato nesse navio. É um viajante clandestino. Se te pegam, te jogam no mar. Sorte (??) sua que muita gente finge que você é invisível. Você é apenas o rato que cata as migalhas.. e não tem direito a voto…

– Voto?
É.. as Classes de A à D votam.
Escolhem o presidente capitão. Mas esses não podem fazer nada além de prometer tudo que jamais irá cumprir… Mas pelo menos temos a democracia…

DEMOCRACIA
Contavam-me uma estorinha que a democracia era um sistema filho da puta de governo onde o gado povo tinha o poder de tomar decisões importantes. Nunca vi isso…
O Legislativo, Executivo e Judiciário deveriam ser independentes entre si, mas trabalhar em harmonia, de forma que o próprio poder limitaria o poder, como dizia o filósofo iluminista Montesquieu.
Mas não é o que vemos. Mesmo entre as pessoas que se dizem conscientes politicamente não chega a 2% os que realmente o são. E mais assustador, mais de 50% não sabe nem a que regime democrático estamos sujeitos (Presidencialismo ou Parlamentarismo).
Duvida? Faça uma pesquisa breve.
O presidente e o parlamento nem se tocam.

A Rede Globo elege “Elegemos” uma pessoa para nos representar interna e externamente, comandar nossas forças armadas, firmar tratados, encaminhar projetos ao congresso.
Isso no Ideal seria tão belo…

Eis que me deram um manual de democracia onde dizia:
“Democracia é o governo no qual o poder e a responsabilidade cívica são exercidos por todos os cidadãos através dos seus representantes livremente eleitos”
Livremente? Fala isso pra rede Globo.
Quem escolheu Lula? Quem botou Collor pra fora? O povo? Conta outra… Falando em Collor, aos senhores voto consciente, por que mesmo que ele saiu? Corrupção? Outra piada. Será que ele era pior que o Arruda?

“Democracia é um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana; é a institucionalização da liberdade.”
Olha a palavra “liberdade” outra vez… e onde estão esses princípios?

“As democracias devem proteger direitos humanos fundamentais como a liberdade de expressão e de religião; o direito a proteção legal igual; e a oportunidade de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade.”
Uuuuuu… essa é uma das melhores. Os Terreiros de Umbanda que o digam ¬¬

 Bom… parei de ler o manual aqui.. tava me dando ânsia..

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Categorias:.Mosaico, Política
  1. 5 de fevereiro de 2010 às 6:44 PM

    o próprio termo “manual da democracia” é contraditório. se há um manual existe uma imposição de regras. se regras são impostas, alguem as fez, isso não é democrático.

    o sistema “democrático” é baseado em regras restritivas, o que não é democrático. são pequenos grupos que criam e impõe essas regras.

    pra mim é mais fácil acreditar no coelhinho da páscoa do que na tal democracia. um jogo de cartas marcadas onde se sabe o vencedor 4 anos antes

  2. Gustavo Santos
    5 de fevereiro de 2010 às 7:38 PM

    Fato!
    temos solução pra isso?

  3. ....
    3 de novembro de 2010 às 2:17 PM

    A democracia real ainda é um ideal não atingível, e, até então, não existe no mundo sistema algum que sirva de base, regra ou senso de comparação para avaliação de valor universal de plena e verdadeira democracia; e, nem pode existir; pois, temos que chegar em sua essência e ver a quem se beneficia. Para a aristocracia grega da antiguidade existia a mais ampla “democracia”, porém, para os escravos, os oprimidos, os explorados, os indigentes, os destituídos e excluídos (que eram a absoluta maioria), a democracia era somente uma palavra vazia.
    A organização política, ou governo do povo, pelo povo e para o povo, que se funda na soberania popular, e na distribuição equilibrada do poder; que, para fortalecer o processo de democracia; tem que agir de maneira continuada e esforçada a fim de atingir um resultado que beneficie, ou tome em consideração os interesses reais da maioria. E, outrossim, não pode em primeiro lugar ficar salvaguardando, preservando, assegurando e garantindo a qualquer custo, o domínio político de uma minoria privilegiada.
    E, além disso, a organização política de todo o povo, não pode perseverar como regime infenso à evolução das instituições sociais e, nem deve tampouco, servir como fulcro para a salvação de regime político hostil a inovações políticas e sociais; o qual não seja comprometido com as mudanças que aspirem aos aprimoramentos ou à renovações que beneficiem a absoluta maioria da população.
    A organização política, ou governo do povo, pelo povo e para o povo, não pode apenas servir de ardil, base ou fundamento na escolha por meio de pleitos ordinários de venais e falazes mandatários representantes profissionais matreiros, que com léria intrujam, e que nada dizem respeito de exprimir ou resguardar os interesses da maioria.
    A doutrina ou regime politico fundamentado nos princípios da soberania popular e na distribuição equilibrada do poder, não pode apenas servir como embuste justificando pleitos desleais que asseverem a dominação política dos interesses de instituições que defendem a estrutura econômica que privilegia a parte menos numerosa da sociedade, a qual usa do poder econômico para efetivar ou autopromover seus venais mandatários representantes profissionais matreiros, apaniguados e populistas.
    A organização política de todo o povo, ou governo do povo, pelo povo e para o povo, tem que trabalhar sempre em defesa dos interesses reais da maioria absoluta da população; objetivando a realização de uma aplicação sensata da atividade racional na produção dos bens materiais e espirituais, a fim de que a absoluta maioria possam conquistar ou alcançar os benefícios e oportunidades indispensáveis de que precisam.
    E, não obstante, os meliantes e desleais mandatários representantes profissionais matreiros, que procedem politicamente estimulando as paixões populares em busca de vantagens políticas pessoais; ou que apegam-se às tradições e rejeitam todo tipo de inovações politicas e sociais; e que passam sempre a fingirem enganando a absoluta maioria com falsas devoções e conchavos fraudulentos, conluios e negociatas; ou atitudes politicas que consistem em fazer promessas de realizações maravilhosas para criarem uma situação de expectativa e esperança para iludirem a maioria do povo.
    A absoluta maioria, constituída por pessoas de condições modestas com parcos recursos, e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho; assim, da mesma forma como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos que, para fortalecerem o processo de democracia para a maioria absoluta do povo, ou, conquistarem o poder politico conjuntamente com seus reais e verdadeiros representantes altruístas afeiçoados a renovações politicas, morais ou sociais; devem renhir constantemente contra os que pugnam pela conservação do estado atual politico e social.
    E, para conquistarem os benefícios imprescindíveis de que precisam, o poder popular da absoluta maioria tem que evitar que o regime da exploração e do poder econômico; o qual serve aos interesses da minoria privilegiada; deixe de induzir as massas populares ao erro, quando os poderosos enganam para dominar e oprimir os menos favorecidos.
    E, mais adiante, a absoluta maioria tem que ser organizada, esclarecida e bem informada, para fortalecer o processo de democracia; e ter a faculdade, ou o direito de deliberar e agir para a conquista do poder político.
    E, do mesmo modo, jamais permanecerem acreditando ou deixando tudo em mãos de madraços mandatários representantes profissionais corruptos, demagogos, aproveitadores e vigaristas, hostis a inovações políticas e sociais; os quais usam de sorrelfa ou qualquer outro expediente apenas para alcançarem promoções e vantagens pessoais, enganando ou iludindo e controlando a vida da absoluta maioria; sem sequer prestarem serviços destinados a proporcionar melhorias de condições sociais para mudar realmente a vida dos menos favorecidos.
    A absoluta maioria deve perceber sempre a importância em participar dos negócios públicos e sociais; lutando constantemente para atingir metas, objetivos e oportunidades; pelo motivo de que; o valor é na verdade alcançar os meios de uma existência humana digna com qualidade de vida melhor.
    E, por conseguinte, a absoluta maioria não deve ficar conformada em viver padecendo e morrendo para alimentar os donos da situação, ou seja, aceitando tudo que a máquina destinada em manter o domínio da minoria burguesa fique determinando no tempo, ou no momento em que os poderosos que detém privilégios; ao sentirem-se ameaçados, venham a servirem-se todas as vezes do exercito, da “justiça”, das prisões e dos órgãos punitivos; para assim permanecerem no poder a qualquer custo, afastando e subjugando a maioria; ou deixando-a submissa, alheia e afastada da direção e gestão dos assuntos públicos e sociais.
    Todas as nações do mundo livre, devem encontrar sua própria forma de expressão, a conquistar sua própria liberdade e a desbravar seu próprio caminho. O povo é soberano para decidir seu próprio destino e construir o processo de democracia e liberdade de acordo com seus ideais de desenvolvimento, ou realidades sociais, culturais, políticas e econômicas.
    E, em tempo algum, as nações do mundo livre, devem permitir ingerência em seus assuntos internos por parte de nenhuma força ou poder imperial.
    O povo de cada país tem todo o direito de lutar pela sua libertação social e nacional, e escolherem o melhor caminho de desenvolvimento.
    Todas as nações devem ser livres, soberanas e independentes de qualquer ingerência imperial; para projetar e construir o processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento, ou realidades sociais, culturais, politicas e econômicas; na pretensão sempre de assegurar a soberania e independência nacional.
    Portanto, a vontade da absoluta maioria de um povo, em mudar e defender um ideal que atenda aos interesses ou anseios da maior parte da população, também pode constituir-se como um processo de liberdade e democracia no momento em que acontece, quando dezenas de milhões de pessoas chegam a conclusão de que não se pode continuar a viver assim; e, dessa forma, escolhem o caminho da revolução social de libertação nacional.
    Os processos de democracia são diversificados, refletindo a vida política, social e cultural de cada nação. As democracias baseiam-se em princípios fundamentais e não em práticas uniformes, pois, não existe modelo autêntico, forma perfeita, plena ou exemplar de Democracia no mundo; e nem existe modelo único que sirva para todas as regiões e todos os países.
    O sistema pelo qual rege o egocêntrico, insolente e extremista regime imperial dos Estados Unidos da América do Norte; o qual se julga o campeão de “Democracia”; por exemplo; não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista. Visto que, na organização do poder político estadunidense, todos os poderes estão reunidos em mãos da classe dominante; a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio, e que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios burgueses; pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar e tem que ser defendidos a qualquer custo.
    E, à vista disso, o regime tirânico imperial estadunidense, esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração; e, por conseguinte, permanece sempre em essência um regime para a minoria burguesa exploradora, singularmente para as classes possuidoras, apenas para os ricos.
    Toda ruidosa propaganda de “Democracia” nos Estados Unidos da América, não é senão uma capa fina, por traz do qual fica cada vez mais difícil de não esconder ou disfarçar a grande ditadura da burguesia e do capital monopolista.
    Por conseguinte, o nefasto regime imperial dos EUA, é o exercício do poder de uma minoria privilegiada e possuidora, sobre a maioria explorada, indigente, destituída e excluída. Logo, é a classe burguesa minoria dominante que exerce a ditadura a fim de consolidar, manter ou fortalecer as suas posições.
    O dissimulado regime político nacional-imperialista e ilusório “democrático” dos Estados Unidos da América, não passa de um circo; um engodo, uma grande fraude, uma farsa, um faz-de-conta com cartas marcadas; apenas para dizer e iludir de que se trata da “democracia” para a maioria.
    Portanto, as funções das instituições políticas da “democracia” burguesa consiste em assegurar o domínio de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios.
    O ganancioso regime imperial dos EUA, é uma forma de governo nacionalista, em que todos os poderes se enfeixam em mãos de grupos ligados aos partidos que representem os interesses da burguesia.
    Portanto, nos Estados Unidos da América do Norte, apenas dois grandes partidos da burguesia se alternam no poder a décadas e, que em consenso, enganam e iludem a maioria; quando representam e defendem os interesses do capital e camada social que detém privilégios.
    Os Partidos Democrata e Republicano, são partidos conluiados que tem compromissos com a minoria privilegiada; sendo que; cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital monopolista, os quais visam exclusivamente enriquecer e atender a seus próprios interesses.
    Os dois partidos não acrescentam em nada para maioria, e ainda disfarçam simulando existência de posição de oposição ideológica um ao outro. Porém, a essência é sempre imutável, ou seja, num sentido mais amplo, a burguesia estará sempre no comando, controlando ou conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração, (com seus dois ou mais partidos análogos) e, sem objeção em sua ditadura.
    E, á vista disso, os dois partidos são representantes da classe dominante; e, cuja diferença não vai muito além do nome. E, isso não significa dizer que a absoluta maioria do povo, queira unicamente ou tão-somente apenas a existência desses dois partidos.
    Nos EUA, os Partidos Democrata e Republicano são partidos conluiados, que em consenso, enganam os eleitores a delegar sempre a mandatários representantes da burguesia e do Grande Capital Monopolista; o poder de decidir em todo o tempo as leis a favor da classe dominante. E, nessas condições as posições-chave nos órgãos do poder no mundo do capital, são ocupadas sempre por representantes da burguesia.
    A propósito, os dois partidos tem grande espaço nos meios de Comunicação Social e nas Agências de Publicidade; as quais representam um poderoso meio de influência ideológico e, sendo exatamente essas, que se encontram sob o domínio da classe dominante, que embora sendo minoria privilegiada é no entanto toda poderosa.
    Os eleitores são induzidos ao erro de forma eficaz, ao pensarem que decidindo por um ou outro desses dois partidos haverá mudanças; mas nada altera, e a natureza é sempre imutável.
    Diante disso, nada difere o caráter opressor, hostil, agressivo e obsessivo da politica expansionista imperial dos EUA; e, basta que se observe no modo como o nefando Império estadunidense, conduz uma negociação em que fazem diplomacia de gângster, no qual blefam, intimidam, ameaçam e mentem para a Comunidade Internacional.
    Pois, é como trocar seis por meia dúzia; visto que, nos EUA, os dois partidos enganam as massas populares, e contribuem sobremaneira para reduzir a influência de outros partidos e, portanto, ajudam a manter o povo aprisionados na ideologia burguesa.
    É bem verdade que nos EUA existem outros partidos, mas, que não tem a mínima chance de concorrer com o poderio econômico desses dois partidos da burguesia; além disso, a legislação dos EUA dificulta no máximo a participação de outros partidos nas eleições inventando inúmeros subterfúgios e obstáculos jurídicos, entre eles por exemplo, a necessidade de recolherem muito milhares de assinaturas num prazo curto realizada em presença de testemunhas e registradas notoriamente a obtenção de Licenças para os coletores de Assinaturas, etc. E mesmo se os outros partidos conseguirem vencer todas as barreiras, as comissões eleitorais privam-nos frequentemente da possibilidade de participarem nas eleições sob o pretexto de as assinaturas serem ilegíveis ou outro qualquer pretexto inventado.
    A Manipulação da consciência da população aplica-se em larga escala nos EUA, com objetivo de que o povo eleja sempre políticos que representem os interesses da burguesia e do capital monopolista, para em todo tempo decidirem as leis a favor dos proveitos da classe dominante privilegiada.
    E, para manipular a consciência das massas populares, a propaganda burguesa utiliza amplamente uma linguagem política especial, que deturpa e obscurece o sentido dos acontecimentos reais.
    A pretexto de legislarem projetos ou reformas politicas e sociais; mas principalmente visando salvaguardar, preservar, assegurar e garantir a qualquer custo o poder, ou domínio político da minoria privilegiada ou a defesa dos interesses da camada social abastada; os venais, mendazes e iníquos políticos mandatários representantes da burguesia quando eleitos, dificultam, ou então tiram sempre as conquistas alcançadas pelo povo, as quais estejam beneficiando a absoluta maioria da população.
    E, nesse esquema matreiro de insidias, o vocábulo “democracia” é apenas um slogan usado pela burguesia para manterem-se no poder, ou atingir metas e objetivos, enganando e iludindo a absoluta maioria do povo.
    Posto que, apenas fazem concessões paliativas às massas populares; ou até mesmo manobras politicas, face ao perigo da crise revolucionária; ou ainda sustentam de que o povo vive em uma sociedade cuja “democracia” traduz a vontade e os interesses da maioria absoluta; da qual todos tem oportunidades de alcançar metas e objetivos, sem preconceitos ou distinções, e na qual todos podem chegar.
    Nos EUA a “liberdade de expressão e manifestação” e o exercício dos direitos de associação e reunião, incluindo a participação em organizações não-governamentais e sindicatos, permanecem até o momento; desde que; não fiquem afetando os interesses da burguesia e do capital monopolista; mas, em qualquer momento quando as autoridades que constituem a organização politica burguesa, entenderem que os interesses da burguesia e do capital, estejam sendo prejudicados pelos atos públicos e coletivos de sentimentos e opiniões levadas a efeito pelos explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos; então, essas manifestações serão consideradas “ilegais” e “abusivas” e podem ser impedidas, perseguidas, dispersadas ou reprimidas pela polícia. Portanto, a burguesia quando se sente incomodada, utiliza sempre a imperiosa máquina estatal para a repressão de seus adversários sociais.
    A insidiosa e impudente burguesia com sua organização política; resguarda-se sempre em defesa de seus interesses privativos ao fazerem uso da estratégia de concitar as pessoas que labutam, e vivem de poucas posses; e que passam privações e necessidades, a intentarem-se umas contra as outras, objetivando dessa forma, disjungir e enfraquecer a unidade. E, assim, forçarem os que labutam a aceitarem conformados a vida que levam, pois, a inzoneira burguesia coloca a sociedade contra todos os destituídos que reivindicam e lutam por melhorias em suas vidas; ao dizerem com invectivas que os obreiros ou diligentes com suas reivindicações, prejudicam o trabalho de toda a sociedade.
    As democracias entendem que uma das suas principais funções é proteger direitos humanos fundamentais como a liberdade de expressão; o direito a proteção legal igual; e a oportunidade de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade.
    O Imperialistas dos EUA que se julgam os “guardiões” dos direitos humanos, legalizam a tortura, invadem e destroem nações soberanas; financiam ataques utilizando armas bizarras das mais avançadas tecnologias bélicas que imolam a vida de milhares de pessoas.
    Além disso, os imperialistas arrasam países inteiros, jogando suas populações na miséria ao promoverem sangrenta ocupação e destruição. Do mesmo modo, estabelecerem ditaduras títeres que assassinam centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes; além da assolação econômica e social, e, tudo isso, simplesmente para atender aos interesses dos monopólios do capital.
    “A Democracia é para o império estadunidense, quando os EUA mandam, ditam as regras, subjugam e submetem os povos a condição e posição de passividade, dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle; mas, quando os povos se exsurgem e tentam colocarem-se, ou oporem-se contra a ingerência, ganância, dominação, tirania, vontade ou interesses dos EUA; então, isso é considerado ditadura para o império estadunidense.”
    Os povos que realmente almejam ser livres, soberanos e independentes e, para isso, venham aderir a um caminho consentâneo na construção do desenvolvimento democrático, conforme suas realidades sociais, culturais, politicas e econômicas; e, dessa forma propugnam para não ficarem nas mãos, de joelhos, submissos, obedientes, subservientes, sob controle, ou servindo aos interesses e propósitos do império estadunidense.
    E, assim, deixando de rezar na cartilha dos Estados Unidos da América, esses povos são perseguidos, e suas eleições livres são consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, os imperialistas estadunidenses aceitam apenas eleições de regimes inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis e sequazes do Império. Ademais, o governo eleito por esses povos livres, que não aceitam se sujeitarem aos caprichos dos Estados Unidos da América do Norte; são sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura e seus inimigos.
    O Imperioso regime opressor dos EUA, que sempre defende junto a Comunidade Internacional, a fazer sanções econômicas, embargos ou medidas restritivas destinadas a obstruir o comercio e as comunicações das nações livres, soberanas e independentes; contrárias a política de expansão e dominação imperial.
    E, com essas medidas, o capcioso, poderoso, arrogante, perigoso, brutal e ameaçador império estadunidense; o qual se considera acima das leis; visa mormente prejudicar a economia dos territórios livres; para que desse modo, poder subordina-los; e, assim, derrocar e impossibilitar a execução ou o prosseguimento do desenvolvimento com liberdade, soberania e independência das nações livres; as quais enjeitam as posições imperiais de dominação e tirania dos EUA.
    Os estadunidenses que se julgam os donos do poder e da situação, os eruditos altivos, superiores e melhores que todo o gênero humano; com seu sistema de governo fundado no poder de dominação infrene; e, com postura provocativa; o império instala bases militares em todas as regiões do mundo para preponderar; ou demonstrar força para intimidar e ameaçar o mundo livre com exercícios militares constantes, e em grande escala.
    Pois, os imperialistas tentam de todas as formas iludir a natureza humana ao colocarem a verdade pelo avesso, quando apresentam-se como os paladinos da “Liberdade” e “Democracia”; inclusive, fazem uso desses princípios com cavilação obstinada de que são os únicos, reais “representantes” ou “defensores” desses ideais.
    Todavia, tudo isso é pura astúcia, na tentativa de justificar, convencer ou inculcar no pensamento da Comunidade Internacional; de que as intervenções que realizam são justas em países livres, soberanos e independentes; os quais repugnam em se sujeitarem ou se submeterem ao domínio imperial.
    E, à vista disso, esses países livres lutam incessantemente contra a agressão e opressão imperial, para não ficarem de joelhos, passivos, brandos, submissos, quietos, comportados, obedientes, sob comando, controle, ou domínio absoluto do império.
    Os imperialistas dos EUA, com sua política de expansão, influência, ou dominação territorial e econômica do mundo, usam com desfaçatez, ardileza ou estratégia de dominação, as duas palavras mágicas que são consideradas chave, ou seja, “Liberdade” e “Democracia”, que usadas com sutileza, são apenas sofismas para encobrir seus reais propósitos de possessão do mundo livre.
    Contudo, ao contrário do que enunciam sobre “Liberdade” e “Democracia”, os farsistas e nacional-imperialistas estadunidenses, intentam em manter o mundo livre sob domínio, controle e autoridade.
    E, para isso, tramam de forma ardilosa na pretensão de iludir ou ludibriar os povos, ao fazerem uso de manobras empregando a violência ou malefícios perpetrados; objetivando despojar os povos livres, soberanos e independentes; ao utilizarem de aleivosias ou afirmações hipócritas de que as causas que defendem e lutam são apenas por “Liberdade” e “Democracia”.
    O império dos EUA, com propósito de intimidar as massas populares e assumir as rédeas da política interna das nações livres, soberanas e independentes; sustentam uma política de prepotência a fim de atingir seu objetivo de dominar o mundo livre.
    E, para isso, como perspícuo truísmo de suas intenções, o império instala e mantem bases militares em todos os continentes; e, da mesma forma, promovem invasões para depor governos legítimos das nações livres, soberanas e independentes, contrárias a politica de expansão e dominação imperial.
    E destarte o celerado império com sua política rapace, alastra-se hostilmente extorquindo concessões por meio do emprego da ameaça das armas e força bruta, as matérias-primas e demais haveres de que precisam.
    Para isso, comandam genocídios por todo o mundo livre; endividam as nações livres, compram seus políticos e governos fantoches; além de apoiarem estados títeres, para realizarem política de desestabilização, discórdia e desentendimentos regionais ou atos subversivos violentos e intimidadores a serviço do insidioso sistema imperial estadunidense.
    O todo poderoso e opulento Império dos EUA, para embair as massas populares e dominar o mundo livre; usam para iludir a estratégia do uso constante das duas belas, maravilhosas e admiráveis palavras que agradam e que são elemento decisivo, ou seja, “Liberdade” e “Democracia”; para assim, enganarem, e tentarem justificar perante a Comunidade Internacional, de que os atos de agressão e dominação que realizam em todo mundo livre, são sublimes e justas; e, assim, afirmarem hipocritamente de que são os reais “defensores” desses ideais.
    Todavia, quando as nações realmente decidem ou agem segundo as próprias determinações, aspirando ser livres, soberanas e independentes, organizando o desenvolvimento do processo democrático, consoante suas realidades, sociais, culturais, politicas e econômicas; e, desse modo, contrariando os interesses dos EUA; de imediato, vem a reação hostil do império.
    E, confutando aos interesses dos EUA; então, de pronto, vem por parte do império estadunidense, tratamento cruento, hostil e injusto, infligido com encarniçamento as nações livres – desaparecendo desse modo – as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas de maneira hipócrita pelo império, como estratégia; ao submeterem as massas populares a uma terrível lavagem cerebral, mesmerizada e condicionada, para que acreditem ou aceitem os EUA; por engano e, de modo falso; como o único, legítimo, verdadeiro ou real “representante” e “defensor” desses ideais.
    Mas, a verdade sempre aparece, ou seja, as reais e verdadeiras intenções do todo poderoso, ameaçador, possessivo, brutal, agressivo, arrogante e terrorista império estadunidense; são expugnar o mundo livre, para impor com violência seus desígnios através da força bruta, com total e absoluto desrespeito as resoluções da Comunidade Internacional; quando o império leva a efeito intervenções invasivas em territórios livres, soberanos e independentes; violando assim os direitos humanos, com golpes, truculências, rapinagens, perseguições, repressões, torturas, massacres, pilhagens e guerras.
    Todas as nações devem ser livres, soberanas e independentes de toda e qualquer força imperial; para assim, construírem o processo de democracia e liberdade de acordo com seus ideais de desenvolvimento, ou realidades sociais, culturais, politicas e econômicas.
    E, com efeito, para conquistarem a autonomia e liberdade, os povos intimoratos das nações livres, devem incessantemente combater as ingerências direta ou indireta em seus assuntos internos.
    Pois, é somente cabível aos povos nativos de um território ou nação, formar opinião ou juízo crítico sobre o exercício ou desempenho de seu governo; e seja qual for a forma constituída de governo.
    E, da mesma forma é somente cabível aos povos nativos de uma nação livre, derrocarem dos poderes políticos os condutores indesejáveis que julgarem ser intendentes déspotas, demagogos, corruptos, vigaristas, oportunistas e aproveitadores; e, tudo isso, deve ser feito sem a ingerência externa de qualquer força imperial.
    Os povos realmente livres, soberanos e independentes de toda e qualquer força ou poder imperial; devem sempre estabelecer as bases e metas para lutar constantemente pela construção do processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento que lhes tragam benefícios.
    Os imperialistas usam como estratégia de dominação as duas belas, magnificas, espetaculares, fantásticas e maravilhosas palavras que são elemento decisivo, ou seja, “Liberdade” e “Democracia”, para assim, seduzirem e enganarem as massas populares, na certeza de garantirem o poder irrestrito sobre as nações livres, soberanas e independentes; e, impor desse modo, seu regime de dominação que abusa da ingenuidade, superstição, falsa crença, ignorância e engano da absoluta maioria.
    Somente um povo cônscio, sábio, livre, soberano e independente de toda e qualquer força ou poder imperial, pode construir o processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento, ou realidades sociais, politicas e econômicas; e, tudo isso sem ingerência imperialista.
    Portanto, a realidade de um povo livre com sua organização politica, tem que ser referenciada ou acatada; pois, diante disso, o que existe efetivamente na vida, cultural, social, politica e econômica de um povo, não é similar a constituição da organização de outros povos com seus costumes e tradições.
    Os poderosos que detém os meios de produção e não querendo perder seus privilégios, fazem de tudo para defende-los a qualquer custo, nem que seja mediante o emprego da violência com derramamento de sangue.
    Por isso, não querem jamais permitir em tempo nenhum, que o poder e os benefícios sejam estendidos para a maioria procedentes da opressão; para que dessa forma, a absoluta maioria não venham a fugir do controle ou domínio da organização politica burguesa.
    Porém, quando os poderosos de um território ou nação perdem o controle da organização política, e não querendo ficar sem o domínio do poder; então, recorrem a Golpes de Estado quase sempre com a ajuda do imperialismo estadunidense.
    E, para assegurar seu domínio e privilégios, a burguesia usa de arbítrio, autoritarismo e mão de ferro; para manterem-se sempre no poder a qualquer custo.
    E, para obstruir o processo de formação democrático popular revolucionário, a burguesia sempre defende seus interesses daqueles que congeminam em prover do necessário, a defesa ou fortalecimento em apoio dos interesses da maioria absoluta.
    A classe burguesa minoria dominante e privilegiada, recorre sempre a força bruta para ter garantias de impedir a qualquer custo que a absoluta maioria, constituída por pessoas de condições modestas com parcos recursos e que vivem somente do estipêndio de seu trabalho; assim, da mesma forma como todos os demais subjugados, explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos; venham a se organizarem, formando o desenvolvimento do processo democrático popular revolucionário, ou regime de democracia e liberdade real para a maioria absoluta do povo.

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